Impressão Musical na Bahia -
Banco de Partituras

Ao contrário do México, que já contava com uma imprensa musical em 1539, ou do Peru, que imprimiu música polifônica a quatro vozes, com texto em quíchua, em 1631, a impressão de música é fenômeno tardio no Brasil. Torna-se regular no Rio de Janeiro apenas a partir de Pierre de Laforge, por volta de 1834. Na Bahia, embora a Tipografia de Manoel Antônio da Silva Serva, a primeira editora particular do Brasil, já publicasse em fascículos, em 1813, o que seria a 3ª edição do vol. 1 da Viola de Lereno, reconhecidamente uma coleção de textos de cantigas (modinha, lundus).

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Mas o que é o NEMUS?
 
O Núcleo de Estudos Musicais surgiu em agosto de 1997 tendo como objetivo geral o estudo musical e musicológico de várias expressões da música baiana e brasileira do presente e do passado. Na sua linha de pesquisa Música e Cultura, várias direções de ação estão representadas entre os constituintes do NEMUS: musicologia, composição, execução, etnomusicologia e educação musical.